Riesgos a la salud del trabajador ramo metalurgico

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Apresentação
Ao longo da história, os trabalhadores vêm travando inúmeras lutas contra as injustiças pratica das em seu ambiente profissional. A cada período, temos nos defrontado com mudanças significati vas nas relações de trabalho, tanto por determinação das empresas quanto por interferência dos governos. Somente nas últimas décadas, os avanços tecnológicos e as alterações nos processosprodutivos e nas formas de organização do trabalho obrigaram a classe trabalhadora a repensar a sua atuação sindical e buscar novas formas de ação para que esta luta tenha mais consistência e traga resultados positivos. Atingir estes objetivos passa necessariamente pelo acesso à informação. Sem isso, a classe tra balhadora jamais conseguirá lutar por um sistema democrático de relações de trabalho. É apartir da informação que os trabalhadores poderão capacitar-se para lutar contra os abusos das empresas, desde o descumprimento de leis e acordos coletivos até as condições inseguras de trabalho que colocam em risco a sua saúde e a sua vida. É fundamental nesta luta a nossa intervenção no processo produtivo, compreendendo a fundo as novas formas de organização no trabalho e superando aprecariedade dos nossos conhecimentos. Com esta publicação – que faz parte de uma coleção de 14 volumes que apresentam subsídios a vários ramos profissionais –, queremos contribuir com os nossos sindicatos e com os trabalhado res que representamos para que seja possível inverter a lógica que tem marcado as relações de tra balho até o momento. Neste caderno, procuramos identificar os principais riscos a queestão sujei tos os metalúrgicos no seu dia-a-dia e apontar o caminho que o movimento sindical deve trilhar para garantir a dignidade no trabalho. Dois passos são fundamentais para seguirmos neste caminho: o mapeamento constante dos locais de trabalho, como forma de compreender a lógica dos processos de produção; e a luta pela organização em cada local de trabalho, cujo embrião pode ser atransformação das atuais CIPAs em Comissões de Trabalho, Saúde e Meio Ambiente e a construção de Comitês Sindicais por Empresa. Somente com isso poderemos desenvolver uma ação efetiva de base, tendo domínio sobre o mundo do trabalho, e nos habilitarmos para construir, de fato, relações de trabalho democráticas e justas. Mais que isso, enraizados na base, os sindicatos poderão também ampliar a consciência dostrabalhadores para a sua luta como cidadãos, em busca de uma sociedade solidária e sem desigualdades.

Heiguiberto Guiba Della Bella Navarro
Presidente do Sindicato Nacional dos Metalúrgicos da CUT e da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT

Remigio Todeschini
Executiva Nacional da CUT e Coordenador do Coletivo Nacional de Saúde no Trabalho e Meio Ambiente

Riscos à saúde dotrabalhador : ramo metalúrgico
Nilton Teixeira Médico do Trabalho, Ergonomista, Pós-graduado em Administração de Recursos Humanos.

Riscos à saúde do trabalhador

: ramo metalúrgico

Índice
INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .05 INTERVIR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..06 MAPEANDO RISCOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .7 PRODUTOS QUÍMICOS: METAIS E OUTROS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 OUTRAS SUBSTÂNICAS USADAS NAINDÚSTRIAMETALÚRGICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .13 PERIGO DE INCÊNDIOS E EXPLOSÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .15HIGIENE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .15 CALOR E FRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .16 RITMO DE TRABALHO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .16 OS ACIDENTES E AS DOENÇAS NO TRABALHO, COMO ANALISAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ....
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