Amor exigente

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Aplicando a disciplina
Por francisca gilcilene

Para aplicarmos a disciplina, tanto positiva como a negativa, quero apresentar algumas sugestões:

1º) Ensinando

A criança pequena já consegue entender quando dizemos: “Você é responsável pelo que faz.”Isso para que ela aceite a responsabilidade pelo que faz, como arrumar o quarto, ter boas notas, comportar-se bem a mesa e controlar oseu acesso de raiva.
Limites disciplinares por faixas etárias:
1- Do nascimento aos doze meses: Neste período a criança estabelece a ligação com o pai e a mãe, desenvolvendo a base de confiança, por isso os limites devem ser mínimos. Eles não têm estrutura para suficiente para tolerar muita frustração.
2- De um a três anos: Nesta fase a criança pode entender a palavra “não” e asconsequências da desobediência.
3- De três a seis anos: Entendem melhor po que devem ser responsáveis e quais as consequências de não serem. Aprendem a tratar bem os amigos, respeitar uma autoridade, realizar alguns serviços domésticos. Restrições mais aplicadas são: privações de brinquedos, da TV, ou de uma brincadeira; sempre por um período curto.
4- De seis a onze anos: Agora requermuita dedicação e investimento em áreas fora da unidade familiar, como escola, cursos, igreja e amigos. Os limites devem ser em como dosar a hora de ficar em casa, com amigos, fazer lição de casa e tarefas escolares, estabelecer metas e administrar o tempo e o dinheiro (mesada – se houver). As consequências podem incluir restrições com os amigos, perda de privilégios e liberdades em casa.
5-De doze a dezoito anos: esta é a fase final antes da vida adulta. Ela envolve tarefas como reforçar a identidade diferenciando-se da identidade dos pais, inclinações profissionais, amadurecimento sexual, escolhas no amor e valores. Também é o período no qual você deve começar a se “afastar”, a passar da posição de controle para a de influência em relação ao filho.
Quando o seufilho for adolescente, ajude-o a lidar com questões como relacionamentos, valores, compromissos e grandes metas. Permita, ao máximo, que as consequências naturais dos atos de seu filho aconteçam. (não dando dinheiro, ou apoiando as punições que a escola aplica, por exemplo).
Uma coisa você deve se lembrar a respeito dessa idade: o adolescente que age como uma criança de três anos não deveter a mesma liberdade que um adolescente maduro merece.
A liberdade vem com a responsabilidade; não é um bem herdado com a idade cronológica.


2º) Dando exemplo:

As crianças observam suas atitudes com seu cônjuge, com seu trabalho, na sua vida social, na sua casa e aprendem por intermédio do modo como você lida com esses limites em sua própria vida. O exemplo deve ser dadoo tempo todo!

3º) Ajudando seu filho a interiorizar:

Interiorizar é mais do que aprender e é diferente de observar. Há duas formas de “conhecer” algo: pela razão ou pela experiência própria. Se você decorar a definição de amor, terá um “conhecimento” racional. Entretanto, se amar de fato, terá um “conhecimento” adquirido. Se você exercitar os limites de forma disciplinada, com seusfilhos, essas experiências serão introjetadas por eles, ou seja, serão memorizadas e interiorizadas e farão parte de seu modo de ver as coisas.

O resgate da própria vida
O resgate da própria vida
Por Marília Teixeira Martins

Não existe mudança se não existe aceitação. Este princípio me acompanha e me norteia desde que atendi meu primeiro cliente.
Aceitar a nós mesmos e nossasdificuldades é o grande desafio do ser humano para conquistar seu equilíbrio físico, emocional e espiritual.
A aceitação de nossos reais limites, de nossas perdas e derrotas, de nossos sentimentos, agradáveis ou não, são prenúncios do nosso processo de mudança, que nos acompanha a vida inteira.
No entanto para as pessoas que sofrem de algum mal específico, tais como a depressão, a obesidade, a...
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