Buenisimo de acceso venosos centrales indicacione

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  • Publicado : 8 de diciembre de 2010
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Ferrari.D
O acesso venoso central é de extrema importância para o intensivista. Avaliadas as possibilidades complicações, deve ser decisão baseada no benefício. Para grandes infusões volumétricas, o ideal ainda é o acesso venoso periférico, preferencialmente a veia cubital e com Jelco 14. Na Uti a manutenção do acesso periférico torna-se muitas vezes inviável em virtude das hipotensões gravesque ocasionam o calapso da circulação periférica, dificultando punção, e a permanência por períodos maiores de três dias do acesso, que muitas vezes não é permitida.

|Indicações de Acesso Venoso Central |
|Hipovolemia Refratária |
|Hipotensão Grave |
|Procedimentosespecíficos: Swan-Ganz, MCP, hemodiálise. |
|Medida de PVC |
|Utilização de Drogas Vasoativas |
|Acesso periférico difícil |

 
A técnica de punção mais utilizada é a de Seldinger, com complicações que variam de 0,5 a 10%. Sabe-se que quanto maior o número de punções doprofissional, menor a possibilidade de complicações.
[pic]
Sven Ivar Seldinger.
( Radiologista, em 1953 efetua cateterização das artérias e coração. Seu método é adaptado para cesso venoso com vantagem de fornecer maior calibre para os catéteres )
 
O Acesso pode ser realizado de três formas:
·         Veia Jugular Interna ( VJI );
·         Veia Subclávia ( VSC );
·         Dissecção deveia periférica.
 
O acesso jugular direito é o mais indicado, sobretudo em pacientes acima de 60 anos com deformidades torácicas ou em ventilação mecânica com alta dependência de peep ou pressões inspiratórias. A punção esquerda deve ser evitada por Ter a passagem do ducto torácico. Na VM, ao puncionar, deve-se desconectar o ventilador não mais que 15 segundos.
 
As contra-indicações sãorelativas, entre elas, coagulopatia e possibilidade de sangramento, pneumopatas graves para acesso subclávio, deformidades anatômicas localizadas, pós uso de trombolítico ou em uso de heparinização. Na necessidade, avaliando riscos, as punções devem ser realizadas na região cervical a qual permite compressão mecânica local. Antes de punção eletiva, faz-se necessário a contagem de plaquetas,inferior a 20.000 contra-indicada a punção, e solicitar coagulograma com medidas de TP e TTPA.
 
 Técnica
Na possibilidade, informar o paciente do procedimento. Em situações de agitação psicomotora pode ser necessário sedação mínima, fração decimal (2cc) de midazolam diluído em 10 ml de AD.
A antissepsia deve ser extensa na região, com trocas de luvas após o término da mesma. O uso de máscaradeve ser realizado já neste momento. O bloqueio deve ser feito vagarosamente com introdução de agulha IM e já servindo como “punção de prova” para localização que deve ser avaliada a possibilidade de  abandonado-lo após três tentivas. Na punção jugular a localização da artéria carótida é fundamental, protejendo-a de  punção acidental, que caso ocorra, mantenha compressão local por tempo maiorde três minutos intermitentes, com cautela no idoso. A falha do cateterização se dá entre 5 a 10%.  A dor é importante sintoma pós-punção, ocorrendo entre 35 a 40% dos casos, portanto avaliar a necessidade de analgesia  endovenosa prévia e/ou posterior.
 
|Infecção* |Secção do catéter |
|Flebite|Pneumotórax* |
|Trombose |Punção carotídea* |
|Embolia |Hematoma localizado |
|Infusão Mediastinal...
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