Planeamiento estratégico participativo en organos de trânsito

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FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ
ICETRAN
POS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE TRÂNSITO
ACADÊMICO: EDUARDO BLANCO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARTICIPATIVO
EM ORGÃOS DE TRÂNSITO

INTRODUÇÃO

Durante séculos, desde os primórdios de sua criação, o estado foi situado em um status aparte do mundo comercial e empresarial. O mesmo sempre funcionou como regulador das relações comerciais e foi impregnado de umafilosofia burocrática de administração que o tornou lento, rígido e pouco eficiente. Por gerações e gerações o mesmo adoto uma forma patriarcal de assistir seus cidadãos, conglomerados sociais e instituições. Já em tempos modernos, mas precisamente no século passado, com o surgimento das idéias e filosofias neo-liberais surge o “estado mínimo” no qual o mercado se auto-regula e o aparelho burocráticodo estado e levado a sua mínima expressão. Assim, as nascentes escolas mundiais de administração focam seus esforços no setor privado e deixam de lado a administração pública.
Não entanto, após o capitalismo e suas práticas administrativa terem tomado conta dos sistemas organizacionais no mundo inteiro, aquele estado que enxergava o sistema empresarial com olhos suspeitos começa, bempaulatinamente, a adotar algumas das práticas de gestão deste setor. Assim, a cultura do management passou a ser vista como possível saída rumo a aficiencia dos governos. “Nos anos 1990, o movimento gerencialista e a cultura do management foram transportados do setor privado para o setor público, engendrando o movimento: Reinventando o Governo.” (De Paula, 2005. P60). No Brasil, em 1994, o então presidenteFernando Henrique Cardoso cria o Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado Brasileiro com a missão de conceber projetos para modernizar o estado tupiniquim.
Nos dias atuais, na maioria dos países desenvolvidos ou em desenvolvimento, existe esta visão de gestão governamental. Na entanto, da teoria a prática, existe um profundo abismo muitas vezes intransponível.

Realizando umaleitura brasileira da realidade da gestão governamental descobre-se que as similitudes são enormes. Dentro deste contexto, situam-se os órgãos de trânsito, sejam estes federais, estaduais ou municipais, sejam inseridos dentro do organograma dos estados ou como autarquias. Estes sofrem as mesmas conseqüências de estancamento gerencial. Não entanto, algumas poucas experiências de sucesso temmostrado que existe uma saída administrativa através de práticas do segundo setor. O Planejamento Estratégico é uma delas.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

São varias as definições de planejamento estratégico que encontram-se na literatura. PETER DRUCKER foi o primeiro a fazer as seguintes perguntas:

1. Onde estamos, o que somos?
2. Onde queremos chegar, o que desejamos vir a ser?
3. O que epreciso fazer para chegar la?

A partir dessa linha de raciocínio que são colocados os demais argumentos. Assim tem-se:
MAXIMIANO, 2006 coloca “O Planejamento Estratégico seria o processo de elaboração da estratégia, na qual se definiria a relação entre a organização e o ambiente interno e externo, bem como os objetivos organizacionais, com a definição de estratégias alternativas”.

BATEMANE SNELL, 1998 fixam a seguinte idéia “O Planejamento estratégico é um processo gerencial que diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução esperada. Também considera premissas básicas que a empresa deve respeitar para que todo o processo tenha coerência e sustentação.DRUCKER, 1992 escreve, “planejamento estratégico é um processo contínuo de, sistematicamente e com o maior conhecimento possível do futuro contido, tomar decisões atuais que envolvam riscos; organizar sistematicamente as atividades necessárias à execução destas decisões e, através de uma retroalimentação organizada e sistemática, medir o resultado dessas decisões em confronto com as expectativas...
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