Um país coma os outros (refleçom sobre portugal)

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  • Publicado : 3 de marzo de 2011
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“Lisboa é a capital dum país coma os outros”, assim empeça este documental onde se retratam os avances e as todavia deficiências do belo país que é Portugal. Mas este país que agora se incorpora a União Europeia não foi sempre o país tão avançado como o é hoje em dia. Em 1960 vivia a mais longa ditadura da Europa ocidental, tinha o maior número de analfabetos, a pior saúde pública, a maiormortalidade infantil, censura, baixos rendimentos e pior alimentação
O fabuloso crescimento dos 60 e principio dos 70 foi superior a todos os países da Europa, trazendo bem-estar, classes medias e a revolução politica. Ainda que agora siga a ser um país atrasado pobre e desigual o é muito menos que há 30 anos, onde o regime ditatorial fracassou como governante do país peninsular, mas assim, Portugalficou “um país como os outros”. Liquidaram a ditadura, o fim do império, subiram ao trem da Europa, agora vivem em democracia, todos têm direito o voto, a maioria governa e respeitam as minorias. Hoje por hoje, a par da Europa, Portugal tem um sistema de saúde, segurança social e educação do que todos se beneficiam, o que é chamado Estado-Providência.

Nos 80 foi criado o subsidio de desemprego enos 90 criouse o rendimento mínimo garantido, tendo todos direito a pensões. Nos 60 havia 120.000 pensionistas, hoje são case 6 millois, havendo por cada pensionista menos de dois trabalhadores. Isto causa problemas financeiras ao estado e ao mesmo tempo que estas são demasiado pobres, até duas e três vezes inferiores aos países da Europa.

De entre todas as reformas o Serviço Nacional deSaúde foi o que melhor resultados teve. Ninguém fica sen cuidados, e estes são financiados pelo estado, que garante assistência a todos os cidadãos portugueses. Dentro deste eido há unidades que se sugestionan elas soias e têm maior produtividade mas não é o comum. Geralmente, nos serviços públicos financiados e dirigidos a par pelo estado, espera-se meses e anos para uma cirurgia ou simplesmente parauma consulta, na medicina especializada, mas também na consulta diária há colas de horas para ir ao médico. Outra das coisas que chamam a atenção é que os médicos por não ser tão bem pagos como na privada trabalham pelas tardes nesta, e parece que isto é consentido pelo estado que não se preocupa de melhorar o serviço público fazendo recorrer, as vezes, a gente à sanidade privada pelo malofuncionamento da pública. Sumado a isto, serviços mal aproveitados como o uso por baixo das suas possibilidades das salas de operatório, mal uso dos produtos hospitalários, entre outros, faz que os orçamentos destinados à saúde se desperdicem na sua maioria. Não é questião de baixo orçamento posto que não é baixo (um dos maiores da Europa) se não de mala gestão dos recursos. Por tanto, o Serviço Nacionalde Saúde não é satisfatório, mentres que outras entidades públicas autogestionadas funcionam muito melhor, este segue a ser precário em canto a administração dos recursos.

Hoje em dia Portugal conta com educação para todos, mas não sempre foi assim. Nos anos 60, o 40% eram analfabetos, sendo a alfabetização deste país um século de retraço respeito a Europa. A cuestão do atraso devemo-la acharno entorpecimento dos políticos, poderosos e da igreja, que só foram um estorvo para estes avances. Mas nestes últimos trinta anos a coisa mudou muito. Foi a finais dos 60 as mais importantes realizações, onde o ensino superior aumentou mais de quinze vezes, de 25.000 para 400.000. Também, o estado apoia as famílias com menos rendimento, e é este o país que mais gasta na educação, embora comoveremos não com satisfatórios resultados, a maioria chumba em português e em matemáticas. A problemática disto podemo-la ver em moitas ocasiões na continua movilidade dos docentes que não permitem formar um proxecto de continuidade. Isto somado a instabilidade nas diretivas e na politica da educação do governo leva a uma instabilidade na educação que se reflete depois nos resultados, embora seja...
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